Quando li Olavo de Carvalho pela primeira vez

Publicado em meados da década de 1990, O Imbecil Coletivo, de Olavo de Carvalho, causou furor nas hostes intelectuais esquerdistas da época. O autor mostrou como pretensas sumidades intelectuais da época não passavam de farsantes.

Conheci o livro por uma menção do jornalista Paulo Francis, em sua coluna da Folha de São Paulo. Comprei a obra e a li em velocidade recorde. Do alto de minha ingenuidade de estudante universitário, cheguei a levar o livro para a faculdade, para promover uma discussão. Óbvio que o autor foi rechachado como reacionário.

Que importava? Começava ali minha longa admiração pela obra do professor Olavo de Carvalho.

Essas memórias me voltaram após assistir ao documentário O Imbecil Coletivo, dirigido por Mauro Ventura. O filme relembra a polêmica que cercou o lançamento da obra. O momento é oportuno, já que a Record acaba de relançar o livro.

Caso queira relembrar a polêmica, ou conhecê-la pela primeira vez, você pode adquirir no link abaixo o documentário, que é um bônus ao filme José Bonifácio – O Fundador do Brasil:

Bonifácio – O Fundador + extras (todas as entrevistas na íntegra, com destaque para a do prof. Rafael Nogueira, mais de 2 horas e meia de aula sobre a vida, obra e alcance histórico do Patriarca; making of com cenas inéditas e bastidores; trilha sonora completa do filme; documentário inédito “O Imbecil Coletivo”, com longa entrevista com o prof. Olavo De Carvalho).

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Nada é mais necessário hoje de que a simplicidade. Quando tudo passa a ser complexo, obscuro, hermético, é porque a mentira se sobrepôs à verdade. Minha geração leu demais, estudou demais e, nisso, perdeu o contato com as verdades simples compartilhadas pelas gerações passadas. Sou um escritor que busca a simplicidade em um mundo onde ser complicado se tornou “cool”.